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O atleta Cabo-verdiano Márcio Fernandes arrebatou, esta sexta-feira, a medalha de Ouro no campeonato do Mundo de Desporto Adaptado, na modalidade de lançamento de dardo, batendo o novo recorde africano de 56.24 metros, em Doha Qatar.

Márcio sobe assim ao pódio com a bandeira cabo-verdiana ás costas, na categoria Men's Javelin Throw F44, ultrapassando os melhores do mundo.

Segundo o chefe de missão da comitiva cabo-verdiana em Doha, Márcio dedicou esta medalha a todos os que o acompanharam nesta caminhada, e a todos os cabo-verdianos.

O campeão eleva mais uma vez o nome de Cabo Verde mundo a fora, pois em Setembro último garantiu duas medalhas, uma de ouro outra de prata nos Jogos Africanos de Brazzaville, e prepara-se agora para os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, já qualificado.

Gracelino Barbosa é outro atleta cabo-verdiano que também competiu neste campeonato do mundo IPC, garantindo os mínimos nos 400 metros T20, para os jogos do Rio2016.

A conversa aberta do Comité Olímpico Cabo-verdiano (COC) sob o lema “Competir no Feminino” reuniu, esta quinta-feira, cerca de 80 agentes desportivos, na cidade da Praia, entre dirigentes, treinadores, alunos de educação física de várias universidades, em torno da inclusão desportiva da mulher em Cabo Verde.

Tendo como oradoras três mulheres exemplos da integração no desporto nacional e internacional, Assunção Fernandes, terinadora de andebol, Silvéria Nédio (Nita) treinadora de futebol e ginástica ritmica, e Maria Costa (Betty), ex-atleta de andebol, basquetebol, futebol, ténis e voleibol, a conevrsa aconteceu num ambiente democrático com perguntas abertas a todos.

Na ocasião a presidente da Comissão de Mulher e Desporto do COC, não deixou de realçar o objectivo do evento, que era de estimular, sensibilizar e trazer a baila questões relacionados com os desafios das mulheres, na participação em competições desportivas no país.

Asunção Fernandes, Silvéria Nédio e Maria Costa foram o centro das atenções depois de expor aos participantes as suas experiências de conjugar o “ser mulher” e o desporto em épocas díficeis.

Para Nita, melhor treinadora de futebol sub 17 de Cabo Verde, esta época, apesar de tudo o amor pelo
desporto falou mais alto e por isso diz que, valeu a pena seguir este caminho, que ajuda não só no desenvolvimento físico como na educação social.

O evento “Conversa Aberta - Competir no Feminino”, acontece dentro do plano de actividades do Comité Olímpico Cabo-verdiano e enquadra-de nas comemoraçaões do dia Nacional do Desporto, bem como nas comemorações dos 40 anos da Independencia Nacional.

 

 

A Comissão de Mulher e Desporto do Comité Olímpico Cabo-verdiano promove no dia 29 deste mês, pelas 18:00, no auditório do Intituto Universitário de Educação IUE, uma conversa aberta sob o lema “Competir no feminino”, que conta com a presença de várias personalidades ligadas ao desporto e promotores da igualdade de género.

Um evento que segundo a presidente da comissão de Mulher e Desporto, Ana Ferreira, pretende ser de diálogo entre as mulheres e os agentes desportivos, sobre a evolução da participação feminina em competições, e traçar perspectivas para a "sensibilização da sociedade na questão da igualdade de oportunidades na prática desportiva".

A conversa aberta que encontra-se enquadrada no programa das comemorações do Dia Nacional do Desporto, assinalado a 09 de Novembro, e dos 40 anos da Independência Nacional, conta com três oradoras que são casos de sucesso na integração feminina no desporto cabo-verdiamo, como Silvéria Nédio (Nita), treinadora de futebol e ginástica ritmica, Assunção Fernandes, treinadora de andebol e Maria Costa (Betty), que já passou pelo andebol, basquetebol e voleibol.

Com estas três fortes presenças pretende-se ilucidar os participantes sobre a experiência destas mulheres, de forma a cativar a socidade para a inclusão da mulher no desporto, uma forma de promoção de valores.

Entretanto o evento Conversa Aberta Competir no Feminino tem como convidados agentes desportivos entre atletas, dirigentes, estudantes de educação física, titulares do ministério do desporto e organizações promotores da igualdade de género.

Vá e entre na conversa aberta sobre a mulher no desporto em Cabo Verde.

Foto: sapo.cv

O atleta cabo-verdiano Márcio fernandes terminou, esta quinta-feira, em 13º lugar nas meias finais dos 100 metros, no Campeonato do Mundo de Desporto Adaptado que acontece em Doha, Qatar desde o dia 21 deste mês.

Márcio fica assim no 13º lugar do ranking mundial com o tempo de 12.4 segundos, conseguidos numa competição ao mais alto nível.

O atleta aponta o vento como uma das condicionantes da sua prestação, mas garantindo que deu o seu máximo para chegar à meta na melhor posição.

Contudo a prestação do cabo-verdiano ainda não terminou, amanhã, 30 de Outubro, Fernandes tentará a sorte no lançamento de dardo, modalidade onde é medalha de ouro nos Jogos Africanos de 2015, e recordista do continente.

Ainda no Campeonato do Mundo de Desporto Adaptado outro atleta cabo-verdiano, Gracelino Barbosa, conseguiu os mínimos para os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, nos 400 metros T20.

Recorde-se que Márcio já se encontra qualificado para o Rio 2016, com a medalha de ouro conquistada nos Jogos Africanos.

 

Os atletas cabo-verdianos de judo Mário Camões e Adysângela Moniz partem, no próximo dia 5 de Novembro, para Port Luis, Maurícias, para competir no Open de Judo daquele país africano, em busca mais pontuações no ranking mundial, com vista a qualificação para o Rio2016.

Mário Camões e Adysângela Moniz estiveram recentemente em duas competições europeias que não correram da melhor forma, mas desta vez prometem dar o seu máximo para garantir uma boa prestação na prova.

Segundo o atleta que concorre na categoria de 91 quilogramas “o objetivo é tentar ganhar combates e tentar ir o mais longe possível, para poder arrecadar pontos no ranking mundial”.

Entretanto a tarefa não irá ser fácil porque conforme salienta Camões, será uma prova de qualificação olímpica, que conta com presença de campeões africanos e do resto do mundo.

A concorrencia será forte, mas Camões diz estar preparado para a batalha esperando o apoio incondicional dos cabo-verdianos.

“Que nos apoiem, vençamos ou percamos, porque iremos dar o nosso melhor”, diz o atleta.

Por sua vez a atleta olímpica, Adysângela Moniz entra na competição para disputar na categoria dos mais de 78 quilos.

Os dois ateltas contam com a Bolsa de Solidariedade Olímpica, oferecida pelo Comité Olímpico Internacional, fruto da cooperação entre esta organização e o Comité Olímpico Cabo-verdiano.

A competição terá lugar no próximo dia 8 de Novembro.